sábado, 25 de dezembro de 2010

Meu amor
Eu te disse para nao brincar com os meus sentimentos
Eu sou o teu pior pesadelo
E ao mesmo tempo o teu desejo mais profundo.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Cinderela compulsiva_


Cinderela compulsiva

Bolsas, sapatos e calças skinny

Pedaços de mulher

Inutilidades metafóricas

Não me leve a mal

Minhas personalidades

Talvez não sejam o que você imaginou

Decidida, teimosa e gritona

Eu afasto meus fantasmas

E falo comigo mesma

Oh, meu bem

Não abra a porta para mim

Você não faz idéia do que está por vir

Não me ame, não me odeie

Nem tente me entender

Eu sou riso e choro

Tudo ao mesmo tempo

Eu sou pecado e santidade

Um pouco de cada

E muito de tudo

Sem meias verdades

Sem compromissos

Ou mesmo ligações no meio da noite

Não tente me decifrar

Posso te devorar com meus olhos

E você desejará nunca ter me encontrado

Mais bolsas, mais sapatos

Não julgue minhas loucuras

Meu vestuário é cheio de surpresas

Talvez você goste desta noite

Ou talvez me odeie se disser que me ama

É o meu ponto de vista

Eu sou a tua Cinderela que nunca foi tua

Do vestido rasgado e olhar malvado

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Desejos e Renúncias


Eu disse jamais me procure novamente
Discussões e mágoas
Tratos desfeitos
Nosso compromisso era falho
Teu silêncio me alimenta
Ao mesmo tempo que me corroe

Você disse que eu devia lutar
Orgulho e medo
Amores corrompidos
Nosso amor era ilusão
Pelo simples fato de ser só meu
A tua falta me entristece
Mas a tua presença me fere

Ao pensar o que seria de nós dois
Desconfianças e traições
Conclusões nada conclusivas
Eu ainda tento
Sabendo que minhas tentativas
São falhas

Eu disse não sei mais o que sinto por você
Verdades maquiadas
Eu nunca menti
Supondo que omissão é uma condição
Preço alto a se pagar
Lutar pelo que não vale o esforço
Aparências não me alimentam

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A lot_

Já não dá pra esconder

Minhas mentiras imperdoáveis

Eu disse muitas coisas

Mas palavras

No final das contas

São apenas palavras

Esqueça os porens

E vem ser meu blues,

Minha poesia

Meus versos escoem pelos teus ouvidos

Sussurros, baby

Não digas que foi em vão

Amanhã ainda haverá sol

E minhas palavras marcantes

Continuarão a te perturbar

Nota por nota

Todo o teu silêncio

Pecados

No final das contas

São apenas pecados

E tudo isso é provavelmente desfeito,

Silenciado.

Ao passo que teu ritmo alcança o meu pulsar

E minha tristeza se dissolve

Na tua vaga presença

Múltiplos,

Meus desejos te cercam

Amor

No final das contas

É apenas amor, perda e dor

Eu disse muitas coisas

Mas mentiras

No final das contas

São apenas mentiras

Dissolvidas facilmente

Rendidas ao teu olhar

 
©2007 '' Por Elke di Barros